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Startup Tripsz reúne agências de viagens e oferece cashback para turistas

A Tripsz é uma traveltech que conecta viajantes a pequenas e médias agências de viagens, excursões e melhores formas de pagamento. Ao turista, seu maior benefício é o cashback (reembolso parcial da compra). Já as agências podem divulgar suas viagens e ter acesso a uma conta digital que adianta pagamentos.

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Por meio do app, os clientes buscam viagens em quatro categorias: excursão, romance, descanso e ecoturismo, além de poderem pagar com cartão de crédito em até 12x, Pix ou boleto. Daí recebem um cashback que pode ser transferido para a conta desejada ao somar R$ 20.

A startup novata — que surgiu em fevereiro — já intermediou centenas de viagens para mais de 50 destinos. Seu fundador, Lauro Guedes, teve a ideia de criar a empresa durante uma viagem ao Chile em 2018, quando um dos passeios programados não podiam ser feitos de Uber ou ônibus comum. Para prosseguir, ele pesquisou detalhes sobre agências de locais em blogs e canais do YouTube.


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Guedes sentiu que seu problema era o mesmo de outras pessoas e viu aí uma oportunidade de negócio. Pensou em um aplicativo que facilitasse a busca e comparação de viagens de pequenas e médias agências de turismo. Segundo dados da Tripsz, no Brasil há cerca de 50 mil agências nesse perfil.

Lauro Guedes teve a ideia de criar a Tripsz durante uma viagem ao Chile em 2018 (Imagem: Freepik)

De volta ao Brasil em 2020, o empresário começou a desenvolver o produto mínimo viável da empresa, que foi interrompido em março por alguns meses com a chegada da pandemia. Retomou o projeto após conhecer pela internet Paloma Araújo, atual chefe de tecnologia da Tripsz. Em janeiro deste ano, já tinham uma primeira versão do app para viajantes e também da plataforma para as agências. O lançamento oficial foi em fevereiro, com dez empresas cadastradas.

A empresa foi acelerada em três momentos: pelo programa Startups SP, do Sebrae, em outubro do ano passado; pela Stars, que pôs R$ 75 mil no negócio em fevereiro deste ano; e mais R$ 150 mil em setembro também pela Stars. A expectativa da empresa é chegar a 200 agências parceiras e 80 mil clientes até o final de 2022.

“O mercado de turismo é carente de inovação para pequenas e médias agências, motivo pelo qual elas tinham Facebook e WhatsApp como principal canal de venda. Qualquer instabilidade nas redes comprometia a operação delas. Além disso, para ter garantido o fluxo de caixa, elas não conseguiam oferecer melhores formas de pagamento aos clientes”, explica Lauro Guedes em nota à imprensa. “Nossos principais concorrentes são as redes sociais, onde geralmente essas excursões são divulgadas”, complementa.

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