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Renda extra vitalícia resiste bem contra tsunamis macroeconômicos; entenda – Money Times

Renda extra vitalícia resiste bem contra tsunamis macroeconômicos; entenda – Money Times


Em um contexto turbulento de taxa de desemprego de 11,1% (11,9 milhões de pessoas) no primeiro trimestre de 2022, de IPCA (acumulado de 12 meses) de 11,73% e taxa Selic de 13,25%, uma renda extra não parece só importante, mas necessária (Imagem: Shutterstock)

Incrível que, ao mesmo tempo em que a vida é curta, diversas coisas imprevisíveis podem acontecer em um curto espaço de tempo. Caso alguém me falasse 3 anos atrás que teríamos uma pandemia global e uma guerra entre Rússia e Ucrânia, eu duvidaria da sanidade mental da pessoa.

Entretanto, esse é o cenário surreal no qual nos encontramos. Farei um breve tour sobre 3 questões importantes desse contexto macroeconômico: desemprego, inflação e taxa Selic. Explicarei rapidamente como isso afeta a vida de grande parte das famílias brasileiras e apresentarei uma estratégia para driblar ou atenuar esses problemas.

Desemprego

De acordo com o IBGE, no último trimestre de  2020, a taxa de desemprego se encerrou em 14,1%. No final de 2021, ela foi de 11,1%, e, atualmente, ela se estabilizou nesse patamar, valor semelhante a dezembro de 2019. Entretanto, mesmo voltando ao nível pré-covid, essa taxa continua tendo um peso significativo e negativo para a economia. O Instituto também apontou que, em janeiro deste ano, existiam 38,5 milhões de brasileiros na informalidade, mercado que muitas vezes paga pouco.

A maioria das famílias tem uma única renda, que é o salário (sendo de empregos formais ou informais), deixando evidente que estão pisando em ovos e ficariam extremamente vulneráveis se perdessem seus empregos.

Uma renda extra que fosse vitalícia e não necessitasse de qualquer tipo de trabalho extra poderia diminuir esse desalento. Fora que, em uma situação de desemprego, essa renda extra poderia cobrir parte considerável das despesas, se não todas (dependendo do quanto foi investido).

Inflação

A inflação é um problema grave, porque acaba corroendo o poder de compra. Como foi visto, o IPCA acumulado nos últimos 12 meses foi de 11,73%. Já no mês de maio, a inflação ficou em 0,47%, tendo uma queda, se comparada a abril, mês no qual foi de 1,06%.

De acordo com o IBGE, os principais produtos que tiveram aumento de preços e foram responsáveis pela inflação de maio foram: vestuários (alta de 2,11%), passagens aéreas (alta de 18,33%) e produtos farmacêuticos (alta de 2,51%). Alimentos e bebidas tiveram uma alta de 0,48%, número menor do que em abril (2,06%).

Infelizmente, vimos que a Shein está com preço de C&A, C&A está com preço da Zara e que ninguém teve coragem de olhar os preços atuais da Zara. Brincadeiras à parte, é um fato que vários produtos que gostamos ficaram mais caros. 

Parte desse aumento se justifica pela disrupção da cadeia produtiva ao longo da pandemia e aumento da demanda. Na tentativa de acompanhar o aumento inflacionário, muitos indivíduos acabam fazendo horas extras, ou tendo um segundo emprego, e os que não conseguem terminam se endividando.

Isso é altamente prejudicial, pois acaba deixando pouco tempo para lazer, cuidar da própria saúde, ser mais presente para a família e amigos. Caso uma pessoa ou família termine se endividando, o seu poder de compra será ainda mais reduzido, pois parcela de sua renda seria comprometida para as dívidas. Isso causa uma redução drástica no consumo e afeta a nossa economia como um todo.

A falta de uma educação financeira básica nas escolas acaba sendo um fator agravante para esses endividamentos familiares. Fato que a esmagadora maioria das famílias não ficam endividadas por seguirem alguma filosofia Carpe Diem genérica.

A presença da renda extra, já mencionada antes, consegue reduzir os efeitos da inflação na saúde financeira de uma pessoa e pode até driblá-los por completo, caso seus ganhos acompanhem ou superem os índices inflacionários. Isso pode ser uma espécie de salva-vidas para diversas catástrofes econômicas.

Taxa Selic

Sobre os impactos da taxa Selic atual, que se encontra nas alturas, o ambiente fica hostil para o setor industrial. Isso se deve ao fato dos empréstimos necessários para a indústria ficarem mais caros, respingando no preço das ações, que acabam ficando baratas. Consequentemente, mina o crescimento e a perspectiva de crescimento da indústria, intimidando investimentos e a criação de vagas de trabalho no setor.

Apesar disso, o elevado nível da taxa Selic favorece investimentos em diversos títulos atrelados a ela e pode ajudar a desacelerar a inflação. Falaremos em mais detalhes no próximo tópico.

Após uma breve análise do terreno em que estamos pisando, vimos que o mesmo é bem instável. Tendo isso em mente, veremos como estabilizá-lo. Existem diversas formas de se buscar renda extra com investimentos. As principais são retornos com ações, títulos públicos federais e fundos imobiliários.

Investir em ações de empresas sólidas que pagam dividendos (parte dos lucros), nacionais e internacionais é uma excelente forma de obter renda extra. Alguns exemplos seriam: Itaú, Vale, McDonald’s e Apple. São empresas que possuem uma ótima fatia de seus respectivos mercados e chances bem remotas de “quebrar” em algum momento. Além do que várias ações se encontram baratas por causa do juros altos, no contexto nacional e internacional.

Comprar títulos públicos federais é virar credor do governo, que te paga juros por esse empréstimo. Esse investimento se encontra em um momento incrivelmente favorável, além de ser bem seguro: “Se a vida te dá limões, faça uma caipirinha”. A taxa Selic de 13,25% propicia investimentos em títulos pré-fixados e a inflação alta também favorece títulos públicos atrelados ao IPCA.

A única chance de você não receber o retorno de títulos públicos federais é se o país decretar moratória (dar calote), o que é extremamente improvável. Para ter uma noção, a última vez que o Brasil decretou moratória foi em 20 de fevereiro de 1987, no governo de Sarney.

Fundos imobiliários (FIIs) são conjuntos de recursos provenientes de investidores, destinados ao investimento em ativos do setor imobiliário (exemplo: shoppings, estacionamentos, prédios comerciais e outros). Os rendimentos desses fundos normalmente são provenientes de aluguéis pagos pelos locatários.

Os fundos imobiliários são uma grande oportunidade de investimento, mas vale apontar que existem fundos bem melhores do que outros. Conhecemos grandes analistas que podem indicar quais valem a sua atenção e dinheiro.

Uma renda extra voltada ao longo prazo favorece planos suplementares à uma aposentadoria, permitindo uma independência financeira sólida, mesmo na velhice (a melhor idade) e pode garantir uma herança respeitosa. Claro que o tamanho da herança depende da quantia investida nesse plano. Fora que ninguém gosta de depender de parentes financeiramente ou para ser cuidado. 

A renda proveniente dessa tática consegue ser de grande ajuda para pagar despesas mensais, como compras do mês, assinaturas de plataformas, mensalidades estudantis, plano de saúde, viagens e diversas outras.

Esses investimentos também acabam sendo um “colete salva-vidas” para situações emergenciais, pois possuem uma ótima liquidez e demanda em larga escala. Muitas pessoas procuram esses investimentos, principalmente em momentos críticos e incertos.

Não deixe para o futuro o que você pode fazer hoje. As incertezas eleitorais, econômicas, da Guerra da Ucrânia, de novas ondas pandêmicas e muitas outras só parecem se acumular, parecendo uma bolada de neve gigante.

Caro leitor, você merece conforto financeiro, pois, caso não tivesse interesse, não estaria aqui: “a César, o que é de César”. A Empiricus é uma grande casa de análise que conta com uma equipe exemplar e fará de tudo para te fazer alcançar uma renda vitalícia sólida.



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