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Reino Unido reconhece que caranguejos, lagostas e polvos têm consciência

Um paper, de autoria da London School of Economics and Political Science (LSE) e financiado pelo governo britânico, concluiu que existem evidências significativas de que cefalópodes e decápodes, a família de animais como caranguejos, lagostas e polvos, são seres sencientes, capazes até de experimentar dor e sofrimento. Cerca de 300 estudos científicos foram avaliados na pesquisa. No Reino Unido, animais vertebrados já são classificados e incluídos na nova legislação de proteção animal em debate, mas não reconhecia animais sem estrutura óssea definida.

O estudo indica que há fortes evidências de que os animais citados tem um senso próprio de existência. Ela levou em conta diversos elementos como a capacidade de aprendizagem, a conexão entre os receptores de dor e certas regiões cerebrais, resposta a analgésicos e anestésicos e comportamento de acordo com situações de perigo e proteção contra ferimentos. Os especialistas avaliaram cerca de 300 estudos científicos para tirar essa conclusão.

A proposta de lei é chamada de “Animal Welfare Sentience Bill” e tem como objetivo garantir o bem-estar animal na criação de novas leis, visando regulamentar a forma como é feita a produção e consumo desses animais no país. Pelo fato deles sentirem dor e sofrimento, a prática de fervura para preparo de caranguejos e lagostas deverá ser revista.

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