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Plano da Netflix com propagandas pode chegar até o final de 2022


A Netflix pode ganhar a tão comentada opção de assinatura com anúncios já em 2022. Ao que parece, o recente anúncio de que a plataforma perdeu assinantes pela primeira vez em uma década fez a empresa acelerar o desenvolvimento da modalidade, que teria um valor inferior em relação às opções já disponíveis, em uma tentativa de reverter a situação e atrair novos usuários.

De acordo com o jornal The New York Times, uma nota interna da companhia para seus funcionários afirma que a meta é lançar a novidade no fim do ano, mais especificamente no último trimestre de 2022. O comunicado ainda destaca que, no mesmo período, a política de cobrança adicional para impedir o compartilhamento de senhas também deve ser aplicada.

Netflix pode ficar mais barata — pelo menos nos Estados Unidos (Imagem: Unsplash/David Balev)

Não há qualquer informação, porém, se essa nova categoria de assinatura será aplicada globalmente ou em etapas em mercados específicos. Também não foi detalhado o quão mais barato ficará o serviço para quem optar pelos anúncios entre um episódio e outro de sua série favorita. Nos Estados Unidos, o pacote básico da Netflix — com suporte a conteúdo em HD e duas telas simultâneas — custa US$ 15,49. No Brasil, o mesmo plano custa R$ 39,90.

Além disso, a previsão ainda é extraoficial. Como o próprio jornal pontua, esse é um planejamento interno da Netflix e que pode sofrer alterações. Contudo, o mais importante disso é justamente o quanto a plataforma parece estar interessada em acelerar esse processo e trazer essa nova opção de assinatura o quanto antes.

Outros serviços

A Netflix não é a única empresa a mirar na publicidade para subsidiar uma versão mais barata de assinatura. A toda-poderosa Disney já sinalizou que também está de olho nisso e que devemos ver algo nessa linha chegando em breve ao Disney+ — pelo menos lá fora.

A HBO Max, em contrapartida, já adotou o modelo de negócio. Em junho do ano passado, o streaming da Warner Media lançou uma opção nesse formato custando US$ 10 ao mês, ou seja, US$ 5 mais barato do que o pacote básico. Já no Brasil, o formato não foi disponibilizado e os assinantes tupiniquins só podem escolher entre o pacote básico Multitelas (R$ 27,90) e o Mobile (R$ 19,90), que limita o conteúdo apenas a smartphones e tablets.

Fonte: NYT



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