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Dia Mundial da Saúde | A importância dos cientistas para o avanço da medicina


Nesta quinta-feira (7), celebra-se o Dia Mundial da Saúde, data conduzida pela própria Organização Mundial da Saúde (OMS) para promover a conscientização. Nos outros anos, o Canaltech enalteceu os profissionais da saúde e ressaltou dez motivos para acreditar na medicina. Neste ano, a homenagem cabe aos cientistas que marcam importantes avanços para essa área.

Mês a mês, trazemos as principais inovações científicas voltadas à área da saúde, e todo esse acréscimo ao bem-estar e à melhor compreensão sobre determinadas doenças e transtornos não seria possível sem esses profissionais. Na mais pura união entre medicina e tecnologia, os pesquisadores já chegaram até a encontrar novos meios de detectar o câncer, por exemplo.

Recentemente, inclusive, a cientista brasileira Angelita Habr-Gama foi reconhecida pela
Stanford University (EUA) como uma das médicas que mais contribuíram para o desenvolvimento da ciência no mundo. Angelita foi a primeira mulher residente em cirurgia geral no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) e criou a disciplina de Coloproctologia na instituição.

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Ao todo, a cirurgiã chegou a publicar mais de 200 artigos científicos e marcou a história da medicina ao propor uma nova tática de tratar o câncer do reto baixo. Angelita também fundou a Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino (Abrapreci) e presidiu a Sociedade Latino-Americana de Coloproctologia.

Cientistas foram essenciais na pandemia

Cientistas para o avanço da medicina (Imagem: DragonImages/Envato)

A linha de frente do combate contra a covid-19 contou — além dos profissionais da saúde — com os cientistas enquanto aliados imprescindíveis, concentrados no desenvolvimento de imunizantes, na análise da reação do vírus a diversos medicamentos e na detecção de possíveis variantes.

Essa última tarefa, aliás, rendeu ao brasileiro Tulio de Oliveira o ingresso na lista dos dez cientistas mais influentes de 2021, promovida pela revista Nature. A posição foi conquistada por conta do sequenciamento da variante Ômicron. Na ocasião, o pesquisador também teve participação no sequenciamento da Beta, outra das variantes de preocupação apontadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Cientistas importantes para a saúde ao longo da história

Não é de hoje que os cientistas representam um poderoso alicerce para a área da saúde. A imunologista Ruth Nussenzweig (que nasceu na Áustria em 1928, mas morou no Brasil a partir de seus 11 anos e morreu em 2018), por exemplo, desenvolveu um método capaz de identificar a presença do parasita responsável pela doença de Chagas em possíveis doentes e, em 1967, abriu caminho para o desenvolvimento de uma vacina contra a malária.

Enquanto isso, os neurocientistas Suzana Herculano-Houze e Robert Lent desenvolveram um método de contagem de neurônios em cérebros humanos e de outros animais, facilitando a compreensão da evolução humana. Atualmente, Suzana pesquisa as regras de construção do sistema nervoso central em humanos e outras espécies, e se concentra em popularizar questões científicas.

Já as médicas Celina Turchi e Adriana Melo conseguiram comprovar cientificamente a associação entre o vírus zika e os casos de microcefalia que tomaram conta das maternidades do Recife, em 2015. São apenas alguns exemplos da importância dos cientistas para o avanço da medicina.

Fonte: Com informações de Fiocruz, O Estado de S. Paulo



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