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Autismo modifica a substância branca do cérebro ao longo do tempo

Na última terça (23), uma nova pesquisa sobre o autismo foi conduzida pela Universidade Yale e publicada na Radiological Society of North America indicando uma mudança relevante na estrutura da substância branca cerebral em adolescentes e adultos autistas. Há alguns meses atrás, um relatório indicava que a Apple estaria trabalhando em algoritmos para detectar autismo e depressão pelo próprio iPhone.

As mudanças mais perceptíveis estão localizadas na região que faz a conexão entre os dois hemisférios do cérebro. Os cientistas utilizaram uma técnica de ressonância magnética que mede a conectividade do cérebro, estudando como a água se movimenta pela substância branca. Essa parte é formada por um conjunto de células que apoiam, nutrem e isolam eletricamente os neurônios.

Os pesquisadores analisaram dados clínicos de 583 pacientes, criando mapas para identificar alterações na substância branca. Em adolescentes, foi percebida uma influência notável do autismo. Nos adultos, essa alteração foi ainda mais explícita, principalmente na região de conexão entre os dois hemisférios cerebrais, sustentando a teoria de que o autismo prejudica a conectividade cerebral.

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