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5 tecnologias ajudam a definira uma cidade inteligente


Você acha que as cidades estão lotadas agora? Segundo a ONU, até 2030, mais de 5 bilhões de pessoas viverão em ambientes urbanos. Antes que a humanidade atinja essa densidades populacional incrível, será preciso otimizar as grandes cidades, tornando-as melhores e mais inteligentes.

O conceito de cidades inteligentes — também conhecidas como smart cities — é baseado no princípio de que os recursos tecnológicos são pensados para servir à população da melhor maneira possível, facilitando o deslocamento, a comunicação, e a sobrevivência das pessoas que habitam e compartilham o mesmo ambiente.

As iniciativas de cidades inteligentes podem abranger qualquer coisa, desde a distribuição de energia limpa, otimização dos sistemas de transporte, iluminação pública mais consciente, tráfego organizado, ampliação da frota de veículos elétricos, e até a criação de um sistema de coleta de lixo mais conectado e eficiente.

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“Fica claro que a espinha dorsal de uma smart city é a rede inteligente que a sustenta. Embora seus benefícios sejam extensos, eles só serão percebidos quando as infraestruturas acompanharem e se conectarem de maneira sinérgica, com máquinas e sensores dispersos, para que a troca de informações aconteça em tempo real”, explica o diretor comercial da provedora de data centers ODATA Victor Sellmer.

Cinco tecnologias que não podem faltar nas cidades inteligentes

Cada vez mais, as cidades estão de olho em como podem usar a tecnologia para agilizar e automatizar todos os processos provenientes da urbanização. Desde levar redes Wi-Fi para novos lugares, até a coleta de dados por meio de dispositivos da internet das coisas (IoT). O Canaltech separou algumas tecnologias indispensáveis para o desenvolvimento das cidades inteligentes:

5. Redes 5G

A quinta geração da internet móvel permitirá conectar milhões de dispositivos com alta velocidade. As cidades inteligentes seriam capazes de usar carros autônomos e otimizar os sistemas de transporte coletivo, compartilhando dados em tempo real.

4. Internet das coisas (IoT)

A necessidade de comunicação contínua é um dos pilares das smart cities. Ter aparelhos que suportam um ou mais ecossistemas é fundamental para a transmissão de dados sem interrupções, de forma muito mais eficiente.

3. Inteligência artificial (IA)

Esses dispositivos podem ser usados em soluções de tráfego inteligente, garantindo que os moradores possam se deslocar de um destino a outro mais rapidamente. Sensores espalhados pelo trajeto também ajudariam a tornar a viagem mais segura.

2. Tecnologia geoespacial

As cidades inteligentes usam a tecnologia geoespacial para tornar os ambientes urbanos mais acessíveis e sustentáveis. Dependendo das necessidades dos cidadãos, esse sistema reage às suas demandas, otimizando a distribuição de água, o transporte coletivo, a construção de usinas e o fornecimento serviços públicos, por exemplo.

1. Cloud e edge computing

A combinação dos sensores e da alta conectividade resultarão em uma massiva produção de dados. Para evitar o surgimento de ruídos nessa comunicação, é necessário ter uma aproximação entre os sistemas de computação e o armazenamento de informações, diminuindo a distância entre o processamento e a análise.

Quase inteligentes

É bem provável que várias cidades espalhadas pelo mundo já estejam incorporando diversas soluções de IoT e de redes de alta velocidade para melhorar suas operações cotidianas. No entanto, a diferença entre isso e uma cidade realmente inteligente, se resume à visão e ao planejamento.

Cidades inteligentes precisam conectar habitantes, máquinas e empresas em redes de alta velocidade (Imagem: Valeriygoncharukphoto/Envato)

Além da questão tecnológica, os habitantes das futuras cidades inteligentes também devem ser envolvidos nesse processo de planejamento, contribuindo coletivamente para a elaboração de políticas públicas, que possam conectar indivíduos, máquinas e empresas eu uma mesma rede de informações, com dados compartilhados de forma segura e para o bem de toda a comunidade.

“Para extrair todo o valor potencial dos dados em uma cidade inteligente, as interconexões entre as pessoas e os aplicativos, os diversos conteúdos, e as redes de internet rápida precisam operar em perfeita sincronia, permitindo que os usuários possam acessar as informações e interpretá-las de imediato, da melhor maneira possível”, encerra Victor Sellmer.



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